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Polícia Civil concede medalhas a delegados, escrivães e investigadores em cerimônia dos 174 anos da instituição



Leidiane Montfort | PJC-MT


Oitenta e dois policiais civis foram homenageados na tarde de sexta-feira (06.05) pelo comprometimento e contribuição à história da Polícia Judiciária Civil, em cerimônia que aconteceu na Sede das Promotorias de Cuiabá. Foram distribuídas medalhas do Mérito Policial, nas categorias Ouro, Prata e Bronze, destinadas à policiais que completaram 10, 20 e 30 anos de carreira.

Durante a solenidade, o delegado-geral da Polícia Judiciária Civil, Adriano Peralta Moraes, destacou a importância da trajetória pessoal de cada policial para o sucesso da entidade como um todo, na proteção à sociedade mato-grossense.

“A instituição se mostra cada dia mais forte e indispensável. Evoluímos na elucidação de casos de grande repercussão e também no atendimento à pessoas que nos procuram com demandas diversas. Esse avanço não aconteceu de uma hora para outra. Ele é resultado de um trabalho constante e sério de homens e mulheres que fortaleceram com dignidade o nome da instituição", afirmou.

Peralta ressaltou que essas pessoas, assim como muitos outros servidores, ao aceitarem a missão de ser policial assumiram um verdadeiro sacerdócio de estar disponíveis 24 horas por dia e 7 dias por semana. "Por isso o maior tesouro da PJC não são viaturas, computadores, ou armamento. Nosso maior tesouro são os policiais”, concluiu.

Atos de bravura

A prestigiada Medalha do Mérito Especial aponta destaques em atos de bravura ou de excepcional relevância para a organização policial. É o caso do delegado Nelder Martins Pereira, atingido com tiro de fuzil na lateral do tórax, e do investigador Antenor Francisco da Silva, ferido na perna com disparo de pistola.

 Ambos do pólo de Tangará da Serra trabalhavam na operação Boi Bandido (2015), quando foram atingidos, durante a desarticulação de uma organização criminosa que atuava em roubos a gado e defensivos agrícolas no Médio-Norte, Norte e Oeste de Mato Grosso.

Para o delegado, o risco ao sair para uma ação policial é cotidiano na rotina dos agentes da segurança pública, que precisam estar preparados para esses embates.  “O universo policial apresenta muitos riscos. Somos à linha de frente no combate à criminalidade. A profissão nos faz assumir esse encargo para poder contribuir de fato com a construção de uma sociedade mais pacífica”, afirma.

 “A sequela não deixa a gente esquecer a nossa profissão nem a nossa história”, destaca Antenor que ainda traz marcas na pele sobre os acontecimentos de junho do ano passado.

A terceira homenageada na categoria é a investigadora Joana Antônia Gonçalves da Silva, prestes a completar 30 anos de carreira e destaque por sua atuação e legado junto à Gestão de Pessoas.

Ouro

Tendo a honra de representar todos os agraciados da cerimônia, o investigador de polícia Fernando Augusto Gomes Bezerra resumiu em discurso os mais de 30 anos em que sua vida pessoal e profissional costuraram uma única trajetória de lutas e glórias em unidades operacionais da instituição. “A maior arma da polícia civil é e sempre será a inteligência. Vamos seguir focando nisso para fazer a diferença”.

Além de Fernando e do diretor de interior Wilson Leite, outros cinco policiais subiram ao palco para receber a medalha de ouro. Entre eles, Ana Lúcia Barbosa dos Santos. “A instituição cresceu junto e para melhor. A metodologia de trabalho avançou muito e o comprometimento dos policiais também”, destaca a investigadora lotada no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

Prata

Com mais de duas décadas de história na PJCMT, a escrivã Olga Eliane Pinto Santos, acredita que todo policial é merecedor da homenagem por agir em condições adversas e desafiantes. “Todos os homenageados aqui são prova das renúncias que envolvem a profissão policial. Muitas vezes deixamos a vida pessoal e a família de lado para atender o chamado da sociedade, sempre com afinco e esmero”.

Duas investigadoras da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande foram homenageadas também com a medalha de prata. Cada uma delas com mais de 29 anos na PJC. Edenilza Alves Mezza de Arruda relembra o começo, quando abandonou a carreira de professora, e havia muita especulação e preconceito em relação à conduta moral de uma mulher policial.

“Hoje a sociedade evoluiu, adotou outros pensamentos. E ocasiões como a de hoje mostra a valorização do profissional e de seu empenho”, declarou.

A colega de delegacia, Alaíde Maria Lemes do Nascimento, foi acompanhada pela mãe e netos à cerimônia. “Sinto muito feliz e honrada com a homenagem, pela minha história de vida e também pela evolução da instituição e da estrutura de trabalho nos últimos anos”.

Foram 37 ganhadores da medalha de prata.

Bronze

A medalha de Bronze reverencia os servidores com mais de 10 anos de carreira. Entre os 35 que receberam a homenagem estava Luiz Carlos Ferreira Costa, lotado na cidade de Nortelândia, e que acredita em um dom genuíno para a profissão. “Um policial já nasce com essa missão. Desde criança já sabe o quer. Esta no sangue”, define.

Além dos 82 policiais civis, a instituição concedeu a Medalha de Serviços Relevantes à funcionária contratada Gemima de Souza, que trabalha há quase 16 anos na copa do prédio da Diretoria da PJC. Mesmo comunicada com antecedência sobre a medalha ela ainda parecia incrédula com o fato de ser a única “não-policial” a ser laureada.”Não esperava mesmo. Eu fico surpresa e honrada com a lembrança e o carinho”, concluiu a servidora que se destacou pela dedicação e cordialidade no atendimento aos servidores das diretorias da Polícia Civil e visitantes do local.

Toda a diretoria da Polícia Judiciária Civil participou da cerimônia, assim como o Coral Vozes da PJC, e lideranças como o delegado e secretário adjunto de Inteligência Gustavo Garcia Francisco, representando a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Rubens Okada (Politec), Cel. Gley Alves (Polícia Militar), representantes do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros e dos sindicatos dos delegados, escrivães e investigadores, além de outras autoridades, investigadores, escrivães e delegados colegas dos homenageados e familiares.


 Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso
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