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Dono da JBS falta oitiva da CPI de Renúncia e Sonegação Fiscal e pode ser conduzido coercitivamente



Presidente da CPI, Zé do Pátio (SD), disse que procuradoria da AL já está preparando os documentos para pedir a condução coercitiva, caso o empresário falte a oitiva marcada para o dia 6 de junho.


Após o proprietário da JBS, Wesley Batista, faltar à oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Renúncia e Sonegação Fiscal, desta terça-feira (10), o presidente e deputado Estadual, José Carlos do Pátio (SD), remarcou a nova audiência com o empresário para o dia 6 de junho, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL – MT).

Apesar disso, Zé do Pátio lembrou que se o empresário faltar novamente poderá ser intimado a depor coercitivamente. “O proprietário da JBS era para ser ouvido em abril, mas a sua defesa nos enviou um ofício alegando que ele estava viajando a trabalho. Por isso, pediu que a reunião fosse feita em maio. O colegiado da CPI entende que o Wesley tem agenda em outros países da Europa e Ásia, mas se faltar dessa vez terá vir de forma coercitiva”, destacou.

Segundo o deputado, a procuradoria da AL já esta preparando todos os procedimentos jurídicos para fazer o pedido da condução coercitiva, caso o empresário falte a nova reunião. “Vamos criar uma comissão para ir até o Tribunal de Justiça de São Paulo com o intuito de notificar o Wesley o quanto antes”, explicou.

NOVAS OITIVAS

Zé do Pátio afirmou que a partir da próxima semana serão intimados a depor todos os representantes das empresas que foram beneficiadas pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comércio de Mato Grosso (Prodeic). “Apesar de ganharem o benefício, eles são acusados de sonegarem impostos e não cumprirem as metas do Prodeic”, disse.

MIRAGRÃOS

Com mais de 80 oitivas realizadas a CPI de Renúncia e Sonegação Fiscal já constatou que uma das empresas que mais sonegaram impostos é a Miragrãos, do empresário Aldevino Aparecido Bissoli. 

Em uma entrevista à imprensa, realizada no dia 26 de abril, deste ano, após a oitiva com Aldevino, Zé do Pátio afirmou que o empresário já teria sonegado cerca de R$ 120 milhões. 


Além disso, o parlamentar destacou que há suspeita que outras duas empresas de Aldevino, localizadas Primavera do Leste e Lucas do Rio Verde, também tenham fraudado o fisco do Estado.
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