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Sem proposta, médicos decidem manter paralisação



Milena Silva -  Da Assessoria

Na esperança de que palavras soltas se transformassem em ações, os médicos de Cuiabá aguardavam até a noite desta terça-feira (12) o envio de uma proposta por escrito do Executivo Municipal. Mas isso não ocorreu. Assim, diante da irredutibilidade da Prefeitura que se nega negociar com os profissionais, a categoria deliberou em Assembleia Geral do Sindicato dos Médicos do Estado de Mato Grosso (Sindimed-MT) pela manutenção da paralisação, que já  dura 37 dias.

De acordo com o diretor do Sindicato, Edinaldo Lemos, convidado na semana passada para uma conversa informal pelo Secretário de Comunicação Social e de Governo, Kleber Lima, a Prefeitura admitiu ter cometido um erro ao cortar os 14% referentes ao Prêmio Saúde. “O vereador Ricardo Saad, do PSDB, até que tentou arrancar uma proposta deles. Mas eles se fecharam numa redoma publicitária e acreditam que vão conseguir mascarar a realidade da saúde pública com propagandas”, observou.

A proposta deveria ser formulada após a conversa. Mas, para Lemos, o único que se viu foi o vazamento unilateral do diálogo para a imprensa da boca do próprio secretário, num verdadeiro jogo de cena. “Eles querem parecer estarem abertos à negociação. Mas, se estivessem mesmo, teriam enviado alguma proposta por escrito até ontem. Ao menos evidenciaria a boa fé e vontade de colocar um fim no sofrimento da categoria e de toda população”, analisou. 


A greve atinge 100% dos atendimentos ambulatoriais, enquanto urgência e emergência vêm sendo mantidos. Mas a paralisação dos profissionais da atenção básica tem começado a refletir na ponta. De acordo com o diretor do Pronto Socorro de Várzea Grande houve um aumento de cerca de 30% no número de pacientes desde o início da greve.
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