Publicidade 1
Publicidade 1

Publicidade 14

Publicidade 14

Publicidade 15

Publicidade 15

Publicidade 16

Publicidade 16

Publicidade 17

Publicidade 17

Publicidade 18

Publicidade 18

Publicidade 19

Publicidade 19

Publicidade 20

Publicidade 20

Publicidade 21

Publicidade 21

Publicidade 22

Publicidade 22

Publicidade 23

Publicidade 23

Publicidade 24

Publicidade 24

Publicidade 25

Publicidade 25
Home » » Receita Federal garante voos internacionais durante a FIT

Receita Federal garante voos internacionais durante a FIT



O avião que os trará retornará a Bolívia 30 minutos, após o desembarque em VG

O aeroporto Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, estará apto para receber voos internacionais

Mídia News  

O aeroporto Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, estará apto para receber voos internacionais. Em vistoria realizada nesta quinta-feira (14) às obras de internacionalização do piso inferior do aeroporto, o superintendente da Receita Federal no Centro-Oeste, José Oleskovicz, confirmou que o novo terminal voltado para embarque e desembarque dos voos internacionais atende a legislação alfandegária, e que na próxima semana será publicado no Diário Oficial da União um ato declaratório temporário de alfandegamento.

Segundo Oleskovicz, esse documento liberará na manhã do dia 20 de abril a entrada de um voo fretado da Amaszonas, vindo de Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), trazendo autoridades e empresários bolivianos para a Feira Internacional do Turismo (FIT) do Pantanal, que vai acontecer entre 20 e 24 desse mês, em Cuiabá. Os passageiros voltarão ao seu país de carro e o avião que os trará retornará a Bolívia 30 minutos após o desembarque em Várzea Grande. 

Além disso, o ato declaratório vai liberar a saída, no dia 22, de um voo privado com destino a província de Chaco (Argentina), que levará turistas argentinos que também virão para a FIP, depois de passar pelo Rio Grande do Sul.

Acompanhado do secretário do Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR), Eduardo Moura, e do secretário adjunto de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Luis Carlos Nigro, o superintendente e a delegada regional da Receita Federal em Mato Grosso, Marcela Rizzi conheceram o espaço onde ficarão abrigados o detector de metais e a esteira de raio-x, e ainda as salas da Polícia Federal, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Receita Federal, e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Viemos hoje aqui justamente para ver in loco se o aeroporto já estaria em condições de receber voos e vimos que tem sim a estrutura necessária e por isso daremos autorizações excepcionais, que serão validas para os dois voos envolvendo a Bolívia e a Argentina”, comenta a delegada regional Marcela Rizzi.

Para o alfandegamento definitivo do aeroporto Marechal Cândido Rondon será necessário um novo processo, já em andamento, previsto para terminar em maio, junto com a finalização completa da obra de internacionalização, que também envolve o piso superior.

Segundo o secretário Eduardo Moura o ato provisório alfandegário é o início da internacionalização do aeroporto e o primeiro passo para que empresas áreas se interessem em ofertar rotas internacionais saindo de Mato Grosso.

“Mercado e estrutura para atender voos internacionais nós sabemos que a partir de hoje há no nosso Estado. O que precisamos daqui pra frente é atrair investimentos e assim fazer com que tenhamos aqui rotas aéreas para países próximos como Bolívia, Paraguai, Chile e Argentina”, declarou Eduardo Moura.

O empresário, assim como o empresário Renato Novack, são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de terem agido a mando do então secretário de Estado de Fazenda Éder de Moraes para “lavar o dinheiro” movimentado pela suposta organização criminosa.

Os empresários, em tese, pegavam empréstimos junto ao Bic Banco e repassavam o dinheiro para o pagamento de dívidas da organização.

Depois, eles seriam pagos por construtoras, com parte do dinheiro recebido por serviços prestados ao Governo do Estado.

Origem do dinheiro

Segundo apurou a reportagem, o pedido de absolvição sumária teve como fundamento a alegada inexistência de lavagem de dinheiro. No requerimento, a defesa argumentou que Samuel Maggi não tinha conhecimento da origem do dinheiro usado para os pagamentos.

Porém, o magistrado avaliou que, para melhor esclarecer os fatos, seria necessário dar andamento à ação penal.

Para Jeferson Schneider, a situação de Samuel Maggi não se enquadra em nenhuma das circunstâncias que permitiriam a absolvição sumária, como a extinção da punibilidade e a existência de algum fator que poderia excluir a culpa dele nos fatos denunciados.

A acusação

Na denúncia, o MPF afirmou que entre os anos 2007 e 2008, a SML Comunicação, na época de propriedade de Samuel Maggi Locks, fez vários empréstimos no Bic Banco.

Em dois deles, no valor de R$ 127 mil e R$ 180 mil, a empresa deu como garantia ao banco valores que supostamente teria a receber do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Comunicação.

O envolvimento da WM Comunicação, de Renato Novacki, teria ocorrido da mesma forma, segundo o MPF.

Em 2008, ele, então proprietário WM, teria feito um empréstimo de R$ 200 mil junto ao Bic Banco - e oferecido como garantia valores a receber por serviços supostamente prestados à Secom -  que enviou ofício ao Bic Banco confirmando ter valores a serem pagos à WM Comunicação e SML Comunicação.

Mas, segundo o MPF, sem fazer referência ao número do contrato de prestação de serviço. A suspeita é que os contratos eram inexistentes.

Como parte do alegado esquema de desvio de recursos públicos, o empréstimo tanto da SML Comunicação quanto da WM Comunicação foram pagos diretamente ao Bic Banco pela Lince Construtora, a mando do então secretário Éder Moraes.

Segundo a denúncia, Éder supostamente condicionou o pagamento dos créditos devidos à Lince ao compromisso da construtora transferir parte do dinheiro recebido para empresas indicadas por ele. O que incluia a SML Comunicação e a WM Comunicação, além de outras empresas investigadas pela Ararath.


Os empresários Renato Novacki e Samuel Maggi Locks foram denunciados pelos crimes de lavagem de dinheiro. Na ação, o MPF também pede o bloqueio de R$ 307 mil e R$ 466 mil, respectivamente, em valores atualizados para devolução aos cofres públicos.
Espalhe por ai :
Copyright © Barra News - Todos os direitos reservados
Barra do Bugres - Mato Grosso - Brasil

Qualquer material nao pode ser publicado, transmitido, reescrito ou distribuido sem autorização