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Pastor evangélico é suspeito de aplicar golpe milionário em seis estados


    Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto/Ilustração

Olhar Direto - Wesley Santiago

Pastor evangélico é suspeito de aplicar golpe milionário em seis estados

A Polícia Civil cumpriu no final da tarde de quarta-feira (13), em Primavera do Leste (231 km de Cuiabá) três mandados de busca e apreensão, dois mandados de condução coercitiva, além de seis mandados de bloqueio e quebra de sigilo bancário contra Gleison França do Rosário e Fábio Alves de Morais, sendo que este primeiro atuava como capelão da Igreja Batista Independente. Os dois são suspeitos de aplicar golpes em Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Goiânia, prometendo dinheiro fácil para as vítimas.


Segundo as investigações, eles ofereciam contratos de exploração de ouro ao preço médio de R$ 2 mil com a promessa de rendimento em poucos meses na ordem de R$ 1 milhão. Por conta disto, centenas de pessoas em Primavera do Leste teriam apostado nessa ideia. Porém, estima-se que o número de vítimas no país seja ainda maior.

Os contratos assinados pelas vítimas não constavam pagamentos de qualquer valor (nenhum recibo era dado a elas) apenas declarava que seriam beneficiadas em uma ação judicial em trâmite no Estado de Mato Grosso do Sul, envolvendo o "repatriamento" de valores do Governo Federal. Caso fosse verdadeira essa versão, o valor a ser pago a todos os envolvidos no contrato chegaria a astronômicos R$ 3 trilhões de reais, que apenas para fins comparativos, daria para pagar a dívida externa do País.

A dupla será indiciada por formação de quadrilha, estelionato e uso indevido de selo ou sinal público. A Polícia Civil continuará com intimações para identificar e ouvir o maior número de vítimas da lista de “investidores”. “Um dos entraves nessa missão é que muitas dessas vítimas seguem acreditando que o dinheiro será pago a elas. Ainda não estão convencidas que caíram em um golpe. Entre 80 a 90% são fiéis evangélicos que confiavam em Gleison, um homem que se autointitula capelão da Igreja Batista Independente”, afirma o delegado que conduz as investigações, Rafael Sippel Fossari.

Vitimas de todo o Brasil tem procurado a polícia para denunciar o esquema. “As investigações prosseguem e apontam que as cifras envolvidas podem ser maiores ainda. Trata-se de um golpe com dimensões altíssimas e que não segue qualquer tipo de lógica ou verossimilhança. Afinal, se existisse uma fortuna a receber, por que alguém iria dividir com tanta gente?”, questiona.


Até o momento as investigações apontam que nenhum dos investidores recebeu os valores prometidos. Na delegacia, Fábio Alves de Morais declarou que revendia os contratos e repassava o dinheiro para Gleison. Por sua vez, Gleison permaneceu calado durante interrogatório e foi liberado, por não haver mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário. A conta bancária do suspeito foi bloqueada.
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