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Medeiros é indicado para integrar comissão do Impeachment no Senado





ALEXANDRA LOPES  - Diário de Cuiabá

O senador José Medeiros (PSD) foi indicado pelo líder do partido no Senado, Omar Azis (PSD-AM), para compor a comissão que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado Federal. O pedido de abertura do processo de impeachment foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados no último domingo (17), quando a maioria dos deputados federais votou a favor, registrando 367 votos a favor, 137 votos contrários, sete deles se abstiveram e dois não compareceram à sessão.

hOJE (18), o presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB/AL), recebeu em mãos a admissibilidade da ação aprovada pelos deputados e que, segundo consta, poderá ser votada nos dias 10 ou 11 do próximo mês. O senador José Medeiros, que poderá fazer parte da comissão, acredita que o processo de impeachment não seria a solução, mas que continuar do jeito que está não traria solução nenhuma para o país. “A saída do PT não trará as soluções de que o Brasil precisa. Contudo, não haverá solução alguma com o PT no poder”, comentou Medeiros. A formalização de quem fará parte da comissão especial do Senado será divulgada hoje.

O senador Blairo Maggi (PR), ex-aliado de Dilma Rousseff, poderá substituir algum membro do partido republicano na Comissão Especial. O senador Wellington Fagundes, primeiro vice-líder. Moderado, informou que como Líder do (PR) terá a responsabilidade de indicar um membro do partido para compor a Comissão.

Sobre a atual situação política brasileira, Fagundes comentou que o governo atual tem dificuldades para governabilidade. “O governo não tem resistência, não tem capacidade suficiente para governabilidade”, ressaltou.

A Comissão Especial terá pelo menos 10 dias para votar o parecer sobre a ação de admissibilidade. Feito isso, o plenário terá aproximadamente dois dias para votar o impeachment. Se rejeitado, a denúncia é arquivada.

Se o Senado prosseguir com a denúncia, a presidente Dilma será afastada por 180 dias. Diante disso, quem assumirá o governo será o vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Para aprovar o impeachment, 41 dos 81 senadores precisam votar a favor. Depois da votação, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, assume a presidência do julgamento. Isso até a votação final do processo.


O Brasil viveu um momento parecido em 1992, quando o então presidente, Fernando Collor de Mello sofreu o primeiro processo impeachment da história do país.
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