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Secretário diz que criação da CPI dos Frigoríficos não é decisão sensata


Eduarda Fernandes


Gilberto Leite/Rdnews

Secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo, não considera sensata a ideia da criação da CPI dos Frigoríficos pela Assembleia

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo, não considera sensata a ideia da criação da CPI dos Frigoríficos, articulada pelo deputado Ondanir Bortolini, o Nininho (PR). Isso porque, na visão do secretário, a Comissão terá como objeto de investigação o mesmo tema abordado pela CPI da Renúncia e da Sonegação Fiscal, que apura irregularidades na concessão de incentivo fiscal no Estado.

Ocorre que uma das frentes de investigação da CPI dos Frigoríficos deve ser justamente a concessão de incentivo para as empresas do setor. Nininho chegou a prometer uma verdadeira “caça às bruxas” ao ramo, pois entende que existem práticas corruptas no segmento da carne, o que ele classifica como “absurdo” e “inadmissível”.

“Particularmente eu não acho que é a CPI que vai resolver o problema. Ela é uma comissão investigatória, se é investigatória a CPI dos incentivos fiscais já está investigando. Então vai fazer duas ao mesmo tempo?”, indaga o secretário.

Por outro lado, Seneri considera relevante que sejam discutidas melhorias para o segmento. Nesta linha, cita o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), criado no último mês, que já tem essa atribuição.

Seneri conta que chegou a conversar com Nininho há cerca de duas semanas, para expor o posicionamento do Executivo diante das articulações do parlamentar. “Se quiser discutir o setor, quais os modelos que vão avançar, nós somos parceiros sem dúvida nenhuma. Agora não me parece sensato discutir o que a outra CPI já está discutindo”, pondera.

Quanto ao fechamento de 20 plantas frigoríficas, que é um dos argumentos do deputado para apontar um suposto “cartel” no Estado, o secretário explica que o fato ocorreu devido à crise que se abateu sobre o setor. “No ano passado não tinha boi para ser abatido. Então, se for ver, a capacidade ociosa dessas empresas estava muito abaixo. Tinha gente rodando com 20% da sua capacidade. Aí não vale a pena ficar com a indústria parada”, esclarece.


De acordo com o secretário, hoje nenhum frigorífico recebe incentivo fiscal devido à alteração feita no ano passado das alíquotas do ICMS, que incidem sobre as vendas interestaduais. Isso teria proporcionado isonomia ao segmento e, contrapartida, as plantas que recebiam incentivos foram desenquadradas.
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