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Mendes Júnior pede tempo, mas governo nega e ‘judicializa’ obra da Arena Pantanal


Olhar Direto - Wesley Santiago


Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Mendes Júnior pede tempo, mas governo nega e ‘judicializa’ obra da Arena Pantanal
O governo do estado negou o pedido da Mendes Júnior – empresa responsável pela obra da Arena Pantanal – para que desse um prazo de 15 dias para analisar os documentos sobre a retomada dos trabalhos no estádio. Sem ‘paciência’, a Secretaria de Cidades (Secid) iniciou o processo jurídico para judicializar a questão. Agora, a pasta também inicia os preparativos para uma contratação emergencial para terminar alguns pontos do Complexo, que são necessários para o recebimento do certificado ‘Leed’.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Cidades, um prazo de cinco dias úteis – que termina nesta quinta-feira (03) – havia sido dado. Porém, a Mendes Júnior pediu mais 15 dias apenas para analisar os documentos de retomada da obra. A dilatação de prazo foi negada pela pasta. Agora, medidas jurídicas serão trabalhadas junto a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

A equipe técnica e jurídica da Secid prepara também a contratação emergencial de uma empresa para finalizar alguns pontos da Arena Pantanal, que são necessários para que o estádio receba o certificado ‘Leed’ (ambiental). Sem ele, os juros de financiamento da obra duplicam, o que pode causar um severo rombo nos cofres do estado.

Ao todo, a obra da Arena Pantanal custou cerca de R$ 600 milhões aos cofres públicos. Mesmo tendo recebido quatro jogos da Copa do Mundo de 2014 e quase 100 de outros campeonatos, o estádio não foi recebido de forma definitiva pelo Executivo. Isso porque até agora, o estádio não ficou pronto e apresenta diversas irregularidades.

Um levantamento preliminar aponta que a Arena Pantanal conta atualmente com problemas nas áreas de construção e operação, além de serviços pendentes para obtenção da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Todos os itens apontados no documento são de responsabilidade da construtora. O relatório conta com 187 páginas e cerca de 400 fotos que se referem aos 60 itens relacionados às pendências nas áreas interna e externa do estádio.

Um relatório financeiro ainda aponta saldo preliminar a ser pago pela Mendes Junior. Segundo o documento, a construtora deve ressarcir o Estado em R$ 17.861.129,55. O valor é referente a estudos técnicos realizados pela Secid, Controladoria Geral do Estado (CGE), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Tribunal de Contas de Mato Grosso, Ministérios Públicos Estadual (MPE) e de Contas (MPC), Conselhos Regionais de Arquitetura e Urbanismo (CAU/MT) e de Engenharia e Agronomia (Crea/MT).

Já o governo, tem um débito de R$ 465.166,31, referente a valores relacionados ao reequilíbrio financeiro e econômico previstos no contrato 009/2010. O governo também tem pressa para conseguir o certificado ‘Leed’ - que verifica e atesta a qualidade ambiental de um empreendimento -. Se até dezembro o Estado não apresentar os itens da classificação, os juros relacionados ao empréstimo feito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão elevados. O valor financiado pelo Estado para a construção da Arena Pantanal é de R$ 337.900.362,00.

Estádio vetado


Recentemente, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) perdeu a paciência com os responsáveis pela Arena Pantanal. Um ofício encaminhado pelo diretor de competições, Manoel Flores, teceu duras críticas ao estádio mato-grossense. Entre os problemas destacados estão: má qualidade do gramado, praça esportiva não finalizada, vestiários sujos, equipamentos sem funcionar, problemas com sistema de irrigação, entre outros. Por conta disto, o jogo entre Flamengo e Figueirense, marcado para acontecer no dia 09 de março, pela Primeira Liga, foi vetado na capital mato-grossense. Há ainda a possibilidade de que o local não receba jogos com equipes grandes enquanto as patologias não forem resolvidas.
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