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Médica espancada pelo marido pode ser ouvida novamente pela Polícia



Olhar Direto - Patrícia Neves

O inquérito sobre as agressões a médica Camila Tagliari, de 29 anos, deverá ser concluído em até trinta dias, de acordo com o delegado responsável pelo caso, Sidney Caetano, que atua na Delegacia Especializada na Defesa da Mulher em Cuiabá. Somente nos meses de janeiro e fevereiro deste ano a unidade policial concluiu 345 procedimentos envolvendo casos de violência doméstica.

Segundo a Polícia Civil, o empresário Marcos Cesar Martins Campos, de 34 anos, então marido de Camila poderá ser ouvido novamente pela autoridade responsável pelo caso, assim como a vítima.  Ao término do procedimento o caso será remetido à Justiça.

Ainda segundo a Polícia, como o autor do ato encontra-se em liberdade, o prazo para que o procedimento seja finalizado é de 30 dias. O delegado aguarda ainda o laudo do exame de corpo delito. Em decorrência das agressões, a médica sofreu fratura no nariz, luxação no braço e ainda rompimento do tímpano.

As agressões foram registradas no último fim de semana (27 de março) em um prédio de luxo instalado no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.  Após ser ferida a socos e chutes, a médica acionou equipe da Polícia Militar e Marcos foi preso em flagrante. Autuado por crime de lesão corporal foi submetido à audiência de custódia.  Marcos ganhou a liberdade mediante o emprego de monitoramento eletrônico (tornozeleira).

Ainda por  determinação judicial, ele está proibido de se aproximar da médica ou da filha dela, de 11 anos, que assistiu às cenas de agressão.

Ao Olhar Direto, o advogado da médica Dauto Passare afirmou que a médica passa por acompanhamento psicológico. Disse ainda que “não existe possiblidade de que ela desista de dar seguimento a todas as medidas cabíveis no caso. A Camila sentiu-se impotente diante de toda a situação. Inobstante a isso, vai fazer o acompanhamento e adoção das medidas que lhe cabem. Ela espera por Justiça”.


Já o advogado Rodrigo Leite da Costa, que defende Marcos César Martins Campos, informou ao Olhar Direto que seu cliente lamenta profundamente o ocorrido. De acordo com ele, o incidente foi um episódio isolado e nunca houve qualquer situação semelhante ao longo dos seis anos de relacionamento do casal.
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