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Fávaro cobra na Conab política de preços que beneficia seringais



Durcy Arévalo | Vice-governadoria-MT

O governador em exercício, Carlos Fávaro, cobra da Conab a publicação de uma portaria normatizando a inclusão de pequenos produtores que dependem exclusivamente da renda advinda dos seringais antigos na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM-Bio). Aproveitando a ida à Brasília, nesta quarta-feira (17.02), Fávaro protocolou um ofício na Diretoria de Política Agrícola e Informações da Conab solicitando a publicação da portaria com urgência.

O governador em exercício ressalta a importância de retomar a exploração em tempo de evitar a derrubada dessas seringueiras, com a consequente perda do potencial ecológico. Esse acordo já havia sido firmado em reunião conjunta com a cadeia de produtos da sociobiodiversidade, o que permitiu estreitar a convivência de técnicos e produtores extrativistas junto à Conab.

A portaria prevê a inclusão dos seringais antigos na nova política, desde que dentro do bioma Amazônico, o que deverá também levar de volta muitas famílias para o campo, uma vez que os seringueiros abandonaram o trabalho pela falta de rentabilidade diante dessa situação.

"Com essa inclusão as famílias que atualmente recebem R$1,80 pelo quilo da borracha vão passar a receber R$ 4,90. Melhoria que refletirá diretamente no orçamento familiar, possibilitando que as famílias tenham melhor condição de vida", disse Fávaro.

Ele ressalta que a portaria também deverá definir a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) como órgão certificador da origem da borracha dentro do estado.

Atualmente, de acordo com levantamento da Empaer, Mato Grosso tem aproximadamente 40 mil hectares de seringais produzindo borracha. Desse total, 20 mil são seringais antigos, plantados com recursos do governo federal do Programa de Incentivo à Produção de Borracha (Probor), na década de 1970.

Fávaro defende que a inclusão no PGPM-Bio vai trazer melhorias diretas no orçamento de aproximadamente 8 mil famílias que trabalham nesses 20 mil hectares. "Além de todo papel social cumpre também um grande papel ecológico, contribuindo significativamente com o sequestro de carbono, abrigo e alimentação da fauna nativa", argumentou o governador em exercício. "É a única monocultura que sequestra 90% de carbono em produção, isso para cada um quilo de borracha" explicou o presidente da Associação dos Heveicultores de Mato Grosso, Ricardo Ferraz de Camargo.
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