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Tio de criança de um ano morta diz que irmã maltratava o filho

Criança de 1 ano morre com suspeita de maus-tratos (Foto: Reprodução/TVCA)


O tio de Jairo Antony de Medeira de Amorim, de 1 ano e três meses, que morreu no final de semana ao dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, diz que a irmã maltratava o sobrinho. Os médicos encontraram hematomas no corpo do menino e decidiram chamar a polícia e o Conselho Tutelar.

Jaqueline de Medeira, de 33 anos, mãe de Jairo, nega ter agredido o menino. Ela explicou à TV Centro América que o filho se engasgou enquanto era alimentado e que apresentou machucados porque estava aprendendo a andar. O tio de Jairo, Eliezer de Medeira, de 35 anos, diz que em algumas ocasiões já encontrou o sobrinho sujo e em situação de maus-tratos.

“Eu estava com eles em uma certa vez e vi uma coisa absurda. Ela [Jaqueline] o levantou do berço e eu vi sacos plásticos [usados para refrigerante] amarrados nas mãos e nos braços dele. Ela me disse que fez isso porque não queria dar chupeta pra ele. Em outra ocasião ela colocou o bebê, quando tinha seis meses, de joelhos numa banheira”, recordou o tio do menino.

De acordo com o tio de Jairo, a irmã teria algum tipo de problema mental e já passou por tratamentos. No entanto, o problema não teria sido comprovado efetivamente. “Ele sofria maus-tratos e ela matou um inocente. Tem tantas mulheres no Brasil querendo ser mãe e ela faz isso. Ela é minha irmã, mas eu quero que a justiça seja feita”, declarou. Apesar das acusações, Eliezer não fez nenhuma queixa na polícia.

O tio do menino diz que tentou por várias vezes ajudar a irmã, porém, atualmente não tem mais contato com ela. A própria mãe de Jaqueline teria feito denúncias contra a filha sobre o neto. A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) suspeita que a morte tenha sido causada por asfixia por uma crise de bronco aspiração. Para o conselheiro tutelar que atendeu o caso, Devair Rodrigues, os sinais de maus-tratos eram visíveis.

“A criança estava com hematomas no rosto, na cabeça, nas costas. São vários hematomas de negligência e suspeita de espancamento ou que a criança possa ter sido enforcada. Ele chegou em óbito na UPA”, explicou.

Ainda, a delegacia descartou inicialmente que tenha ocorrido um assassinato. O laudo sobre a morte do menino deve ficar pronto em 30 dias. A mãe foi ouvida e liberada. Conforme a DHPP, o caso deve ser encaminhado pra investigação na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá.

Fonte: Do G1 MT

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