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Home » » Primeira mulher a competir no Mundial de F1, morre aos 89 anos

Primeira mulher a competir no Mundial de F1, morre aos 89 anos

Maria Teresa de Filippis, a primeira mulher a correr na F1, morreu neste sábado (9) aos 89 anos. Ainda não há informações sobre a causa da morte da italiana nascida na cidade de Nápoles. 

Sempre envolvida com o esporte, Maria Teresa começou a competir com apenas 22 anos na Itália. E chegou defender a Maserati — o modelo 250F privado, mas antes já havia andando em categorias de turismo com a marca italiana — e a Porsche, também de uma equipe independente, no maior dos campeonatos. Filippis andou no Mundial entre os anos de 1958 e 1959. Ao todo, tem cinco participações no campeonato, mas só conseguiu se classificar para três provas — os GPs de Portugal, Itália e Bélgica de 58.

Aliás, seu melhor resultado foi obtido exatamente na etapa belga, no veloz circuito de Spa-Francorchamps, em que largou da 15ª posição e terminou a prova no décimo posto. 

A primeira mulher na história a correr na F1 foi Maria Teresa de Filippis em 1958. Filippis marcou presença em cinco etapas, mas só se classificou para três (Foto: Forix)


Filippis foi uma pioneira em sua carreira e precisou enfrentar diversos obstáculos, sendo o mais famoso no GP da França de 1958, em que chegou a ser proibida de correr por ser mulher. 

O então diretor de prova daquela etapa, Toto Roche, afirmou à época que "uma jovem tão bonita quanto aquela não deveria usar nenhum capacete a não ser o do secador do cabeleireiro". A declaração a deixou furiosa.

Maria Teresa deixou as pistas em 1959, traumatizada pela morte do amigo Jean Behra, piloto e dono de equipe, que perdeu a vida durante uma prova preliminar do GP da Alemanha. Chocada com o desastre, Filippis decidiu abandonar a carreira aos 23 anos.

A italiana fazia parte da Comissão de Ex-pilotos de F1 da FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Fonte: WARM UP Redação GP, de Curitiba

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