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Home » » Preso há mais de 1 mês, ex-secretário deixa cadeia para prestar depoimento

Preso há mais de 1 mês, ex-secretário deixa cadeia para prestar depoimento


Éder Moraes é acusado por crimes investigados na operação Ararath


Preso por força da operação Ararath, o ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso Éder Moraes deixou o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) na manhã desta sexta-feira (15) por cerca de três horas para prestar depoimento à Delegacia Fazendária (Defaz), na capital, sobre uma suposta fraude cometida no pagamento de um crédito de R$ 1,34 milhão a uma empreiteira que prestou serviços para o estado. De acordo com a defesa do ex-secretário, a investigação que motivou o depoimento nesta sexta-feira não guarda qualquer relação com as acusações contra ele na operação Ararath e em outros processos judiciais.

Segundo o advogado Fabian Feguri, um dos que defendem Éder Moraes na esfera criminal, o ex-secretário deixou o CCC por volta das 9h desta sexta-feira e foi levado à sede da Defaz, onde permaneceu por cerca de três horas.

Éder Moraes foi interrogado pelo delegado Lindomar Toffoli, segundo Feguri, e o inquérito é do ano de 2011. A investigação, provocada por um processo administrativo disciplinar (PAD), diz respeito a uma suposta fraude no pagamento de um crédito de R$ 1,34 milhão devido pelo estado a uma empreiteira que prestou serviços para a Secretaria estadual de Infraestrutura (Sinfra).

À época, o pagamento à empreiteira ficou a cargo da Sefaz, então comandada pelo ex-secretário Edmilson José dos Santos, que sucedeu Éder Moraes no cargo e que responde por suposta participação no desvio de mais de R$ 16 milhões na Conta Única do estado. Segundo Feguri, o inquérito traz o relato de que o pagamento foi liberado para uma pessoa que se disse representante legal da empresa apresentando uma procuração falsa; uma perícia incluve identificou adulteração no documento, o qual foi expedido por um cartório em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.

No depoimento, Éder Moraes negou qualquer relação com a fraude ou com a suposta prática de advocacia administrativa dentro da Sefaz para que o pagamento fosse liberado desta forma, enfatizando que já não ocupava o cargo de titular da secretaria quando a trasação ocorreu. Ele também negou conhecer a pessoa que se apresentou com a procuração falsa. Éder retornou ao CCC após ser ouvido na Defaz.

O ex-secretário foi preso no dia 4 de dezembro por ter desativado a tornozeleira eletrônicaque vinha usando para ser monitorado pela Justiça durante o andamento dos processos judiciais a que responde, frutos de acusações do Ministério Público com base nas investigações sobre esquemas alvos da operação Ararath.



Fonte: Renê Dióz Do G1 MT - Marcus Mesquita/MidiaNews
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