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Obra de readequação de canteiro do VLT deve ser contratada em fevereiro

Canteiro de obras do VLT em Várzea Grande deve passar por readequações (Foto: Gcom-MT)


O governo do estado deve contratar emergencialmente, em fevereiro, uma empresa para arealização de serviços de readequação viária nos canteiros de obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) localizados na Avenida da FEB, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A autorização para a realização da contratação foi assinada pelo secretário estadual de Cidades, Eduardo Chiletto, e segue para análise do chefe da Casa Civil, Paulo Taques.

A empresa contratada deverá readequar todo o trecho que liga o Aeroporto Marechal Rondon à Ponte Júlio Müller, prestando serviços de limpeza, restauração do pavimento e inserção de sinalização e faixas elevatórias ao longo da via. Segundo o estado, ao todo serão gastos R$ 611 mil.

De acordo com o secretário Eduardo Chiletto, a expectativa é de que, assim que o documento seja avaliado pela Casa Civil, o edital simplificado seja publicado, com prazo de cinco dias úteis para que as empresas interessadas em participar do processo apresentem suas propostas para a Secretaria de Cidades.

De acordo com Chiletto, as readequações que serão feitas contam com a autorização da Justiça Federal, uma vez que o contrato do VLT se encontra judicializado desde o mês de abril de 2015. A ação civil pública tramita na 1ª Vara Federal, sob responsabilidade do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca.

O estado afirmou que a responsabilidade por manter os canteiros de obras do modal limpos e seguros são do Consórcio VLT, responsável pela obra, e que todos os valores gastos pelo governo para realizar o serviço de readequação serão posteriormente cobrados do consórcio construtor.

Obra do VLT

Iniciadas em 2012 e com previsão de serem concluídas em março de 2014, as obras do VLT, orçadas em R$ 1,477 bilhão, sempre andaram em ritmo lento, justificado pelo governo estadual como consequência de dificuldades para a remoção de interferências – como estruturas de telefonia, água e esgoto ao longo do trajeto de instalação dos trilhos – e desapropriações de imóveis.

O Consórcio VLT já recebeu mais de R$ 1 bilhão pelas obras. Em 2015, após a mudança de gestão no governo estadual, o governador Pedro Taques suspendeu os pagamentos ao consórcio construtor e passou a condicionar a retomada do projeto a resultados de auditorias na execução do contrato e a um parecer técnico de consultoria sobre a viabilidade do modal de transporte em Cuiabá.

Diante do impasse entre estado e empresa, a Justiça Federal suspendeu as obras e determinou que o estado contratasse uma empresa de consultoria para realizar um estudo apontando se a implantação do VLT é financeiramente viável, a estimativa de demanda nos próximos 20 anos, qual o cronograma viável para o término das obras, o cronograma de desembolso do valor necessário e uma proposta de integração com as linhas de transporte público já existentes na região metropolitana. O relatório deve ser entregue ao estado em fevereiro.

Fonte: Do G1 MT

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