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Home » » Gestores do governo Silval podem ser penalizados criminalmente por problemas no VLT

Gestores do governo Silval podem ser penalizados criminalmente por problemas no VLT




O relatório elaborado pela KPMG, sobre as obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), apontou omissão do governo passado na fiscalização da execução do projeto do novo modal. Segundo o documento, multas e notificações deveriam ter sido feitas, o que não aconteceu. Para o procurador-geral do Estado de Mato Grosso, Patrick Ayala, os gestores do mandato do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) podem responder criminalmente pelos problemas: “Consequências nocivas para o contrato. Um deles é o acréscimo no valor da obra”.

“Este relatório abre um conjunto de sugestões que podem derivar consequências externas. Quando se reconhece que houve alguma coisa anormal na execução deste contrato, agora por um segundo ator, confirma que houve omissão. Isso produziu consequências nocivas para o contrato. Um deles é o acréscimo no valor da obra. Há uma sugestão do relatório de que estas falhas são graves. Elas serão atribuídas a quem fiscalizou e executou. O documento sugere sim que os gestores da época podem ser responsabilizados e a punição pode chegar a ser criminal”, explica o procurador-geral.

O secretário-controlador do Estado, Ciro Gonçalves, segue a mesma linha do procurador-geral e sublinha os prejuízos da falta de rigor na fiscalização: “O antidoto para esses problemas todos eram multas, notificações e até a rescisão de contrato, o que não aconteceu. Agora, quem mais sofre com isto é o cofre do estado. O pedido de R$ 600 milhões do Consórcio se mostrou legítimo, infelizmente agora nós temos de pagar isso, por falta de fiscalização e rigor da ultima gestão”.

O documento elaborado pela empresa paulista também mostrou que 68% da culpa nas obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) foram da gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que se encontra preso no Centro de Custódia da Capital (CCC). Os outros 32% seriam responsabilidade do Consórcio VLT. As desapropriações foram a principal ‘pedra no sapato’ para o avanço da obra, que deve custar mais R$ 603 milhões aos cofres públicos, totalizando assim mais de R$ 1,6 bilhão.

Entre os que podem sofrer punições dos órgãos controladores do Estado, está o ex-secretário Extraordinário da Copa do Mundo, Maurício Guimarães. Ele era o responsável pela pasta que geria tudo ligado à realização do Mundial de 2014. O ex-governador Silval Barbosa também pode entrar na mira, caso seja comprovada a culpa pelos problemas. O nome de nenhum dos dois foi citado durante a entrevista coletiva. Porém, a “gestão passada” foi sempre lembrada na fala dos presentes.

Fonte:  Wesley Santiago Olhar Direto - Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto
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