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Home » » Estudo diz que VLT deverá custar mais R$ 602 milhões

Estudo diz que VLT deverá custar mais R$ 602 milhões

Canteiro de obras do VLT em Várzea Grande deve passar por readequações (Foto: Gcom-MT)


Resultado parcial de estudo feito por uma empresa contratada pelo governo de Mato Grosso apontou que para finalizar a implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Grande Cuiabá deverão ser gastos mais R$ 602 milhões por parte dos cofres públicos. A obra foi licitada por R$ 1,477 bilhão, já consumiu R$ 1,06 bilhão do estado, e está parada desde dezembro de 2014. O estado ainda não decidiu se a construção será retomada. O metrô de superfície deveria ter ficado pronto a tempo da Copa do Mundo de 2014, realizada em junho e julho daquele ano.

O Consórcio VLT, responsável pela obra, informou que não vai se manifestar, por ora, porque ainda não teve acesso ao estudo.

No ano passado, o consórcio pediu mais R$ 1,1 bilhão para entregar o modal de transporte. O governo, porém, se negou a pagar o aditivo sem antes contratar um estudo sobre o que já havia sido feito e o que ainda estava por fazer em relação ao VLT. O impasse acabou indo parar na Justiça Federal, que determinou que uma empresa fizesse uma consultoria sobre a implantação.

A primeira parte do relatório, realizado pela consultoria KPMG e que deverá ser finalizado em março de 2016, foi entregue à Justiça na segunda-feira (26). Segundo o levantamento, o valor do reajuste e reequilíbrio financeiro para a implantação é de R$ 176 milhões. O montante, corrigido pelo Índice Nacional de Custo da Construção, vai para R$ 426 milhões.

Conforme a consultoria, a continuidade das obras depende de apresentação, por parte do Consórcio VLT, de projeto executivo do modal e também de projeto de desapropriação. A Secretaria de Estado de Cidades (Secid) e o consórcio deverão também fazer um plano de gerenciamento de riscos.

Composição parada do VLT em centro de controle em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Obras estão sem previsão de retomada. (Foto: Mayke Toscano / GCom-MT)


Os valores a serem pagos pelo estado ao Consórcio VLT deverão ser determinados pela Justiça Federal. O metrô de superfície deverá ser implantado em dois eixos em Cuiabá e em Várzea Grande, na região metropolitana: um do Aeroporto Marechal Rondon até o CPA (Centro Político Administrativo); e o outro entre o Coxipó e o Centro da capital.

A implantação começou a ser feita em junho de 2012, na região do Zero Quilômetro, em Várzea Grande. A obra foi licitada por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Essa modalidade de contrato não permite aditivos.

Atrasos

De acordo com o estudo, o atraso da obra foi causado pela lentidão nas desapropriações necessárias para implantar o VLT, que foram feitas sem projeto, e pelo fato da construção não ter sido implantada em três turnos, como previsto em contrato. E, etapas da execução do projeto que não dependiam de desapropriações também não foram iniciadas.

Ao custo de mais de R$ 1,47 bilhão, VLT de Cuiabá não tem prazo definido para ser entregue e transtornos à população já provocaram ação contra o governador e as empresas responsáveis. (Foto: Edson Rodrigues / Secopa)


A KPMG constatou que o Consórcio VLT não apresentou projeto básico de desapropriação, como previsto em contrato, tendo entregue somente um traçado geométrico do estado, apesar do governo ter pago o projeto básico. No geral, as desapropriações, aponta o estudo, não terão grande impacto no andamento de retomada da obra, caso isso ocorra. Porém, dois pontos poderão ser críticos: a ponte do Rio Coxipó e a área localizada no Centro Histórico de Cuiabá.

A estimativa é que sejam gastos R$ 42 milhões em indenizações de áreas que ainda deverão ser desapropriadas. Já foram liberadas 138 áreas, enquanto 220 ainda precisam ser desocupadas.

Estudo

A consultoria deverá ficar pronta e ser entregue no mês de março, e deverá conter a viabilidade financeira do VLT, o cronograma de término das obras, a estimativa de demandas de operação pelos próximos 20 anos, a proposta de integração do modal à matriz de transporte de Cuiabá e Várzea Grande e o cronograma de desembolso do estado para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos.

Fonte: Carolina Holland Do G1 MT

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