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Quadrilha que roubava eletrônicos e vendia em camelódromo é presa

Duas lojas do Shopping Popular de Cuiabá foram alvos de operação (Foto: Renato Diniz/TVCA)


Nove suspeitos de integrar uma quadrilha de roubo e venda de eletrônicos e equipamentos de informática furtados e roubados, no Shopping Popular, em Cuiabá, foram presos nesta sexta-feira (18), durante uma operação da Polícia Civil. O líder da organização criminosa, chamado de 'Pai', em referência a um personagem de novela, movimentou R$ 1,7 milhão em três contas bancárias no período de dois meses. Duas pessoas estão foragidas.

O bando seria responsável por cerca de 90% dos roubos registrados na capital, de acordo com a polícia.

O presidente da Associação dos Camelôs do Shopping Popular de Cuiabá, Misael Galvão, afirmou que a assessoria jurídica da entidade irá acompanhar o caso. Segundo ele, os integrantes da organização devem a procedimento administrativo interno.

"Abrimos as portas para que a polícia fizesse o trabalho dela. Não podemos que esse tipo de atitude manche a imagem do shopping, que já tem 20 anos de história", declarou.

São apontados como líderes dessa quadrilha dois homens, além do gerente, que administravam quatro bancas no camelódromo, no Bairro Dom Aquino, na capital. Eles também foram presosm junto com outros seis pessoas e um policial civil.

O esquema era mantido por meio de empresas de fachada, que faziam empréstimos junto às instituições bancárias para financiar os roubos, furtos e receptação de cargas de eletroeletrônicos.

Foram identificadas nove empresas constituídas pelo grupo para lavagem de dinheiro. Uma delas foi instituída com documento falso, em nome do vice-líder da organização criminosa.

Durante a operação, policiais civis recolheram os produtos colocados à venda nessas quatro bancas, como notebooks, microcomputadores, celulares e equipamentos de informática e outras mercadorias. Os pontos foram lacrados.

Todos as mercadorias das quatro bancas foram apreendidas (Foto: Renato Diniz/TVCA)


Também foram apreendidas etiquetas usadas para trocar os selos de autenticidades com número de série dos equipamentos, como notebooks, de diversas marcas vendidas no mercado. Conforme a polícia, além de alterar a configuração dos notebooks, os criminosos também mudavam as características do equipamento, o que dificultava o reconhecimento pelas vítimas.

Entre os crimes supostamente cometidos pela organização estão roubos e furtos, receptação qualificada de cargas de eletroeletrônicos, estelionato, corrupção de agentes públicos e associação criminosa.

O líder da quadrilha definia o direcionamento das ações praticadas pelos integrantes da organização, assim como os métodos de lavagem de dinheiro, captação de recursos para financiar as ações criminosas, gerenciamento das atribuições de cada integrante, negociação das cargas roubadas, corrupção de servidores públicos, dentre outras estratégicas para manutenção da estrutura organizacional e econômica da associação criminosa.

As investigações começaram há um ano e as ordens judiciais foram expedidas pela Vara do Crime Organizado de Cuiabá.

Fonte: Do G1 MT

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