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Home » » Família aguarda IML liberar corpo de jovem há mais de dois meses

Família aguarda IML liberar corpo de jovem há mais de dois meses

Welinton Montalvão foi encontrado morto em outubro (Foto: Arquivo pessoal/ Valdinei Montalvão)


Mesmo após o reconhecimento pelos familiares, o corpo de Welington Montalvão Cardoso, de 27 anos, ainda não foi liberado para a família. Segundo o irmão dele, Valdinei Montalvão, o desejo da família é fazer o velório e sepultamento antes do Natal. A demora na liberação se deve à falta de profissionais no setor de antropologia do Instituto de Medicina Legal (IML) de Cuiabá.

O corpo de Welington foi encontrado no dia 8 de outubro, na capital, e reconhecido pela família dois dias depois. A causa da morte ainda não foi identificada, segundo o irmão da vítima.

O desaparecimento de Welington foi percebido no final de setembro deste ano e registrado boletim de ocorrência no dia 8 de outubro. No mesmo dia, a Polícia Militar cruzou dados com o IML e o encontrou. Segundo Valdinei, a família reconheceu o corpo no dia 10 de dezembro.

“Minha mãe foi até o local em que acharam o corpo do Welington e haviam marcas de sangue. Acreditamos que tenha sido assassinato, mas não sabemos se usaram faca ou arma”, disse o irmão da vítima.

No dia do reconhecimento, a família recebeu o prazo de até 60 dias para fazero velório. Dois meses e meio depois sem a liberação do corpo, a resposta do IML continua a mesma, segundo a família. “Faltam profissionais e produtos no estado. É o que eles dizem. Ao que parece, a situação é calamidade pública, superlotação”.

A família disse que, na última sexta-feira (18), recebeu o convite para uma reunião com o diretor do IML na terça-feira (22), mas o assunto não foi adiantado. Valdinei reclama que não sabe se sairá deste encontro sem a liberação do corpo do irmão ou com mais uma prorrogação deste prazo.

“Minha mãe chora dia e noite ao olhar as fotos do meu irmão. Nós vamos na terça-feira com a esperança de fazer o velório antes do Natal, mas tenho orientado a minha mãe sobre a possibilidade de receber mais um '‘não’”, disse Valdinei.

O G1 tentou, mas não conseguiu entrar em contato com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) nesta segunda-feira (21). Este é mais um caso de demora registrado na capital. Há um mês, a TV Centro América mostrou a espera da aposentada Luzia Inês, que aguardava haviam dois meses pela liberação do corpo do filho, Carlos Roberto de Castro, de 53 anos. Ele faleceu no dia 17 de setembro. O corpo foi encontrado 11 dias após a morte.

O governo do estado disse estar trabalhando para recompor e melhorar a estrutura da Politec no estado e que já deu início aos procedimentos para a realização de um concurso público. No entanto, o certame deve ser realizado apenas no ano que vem, devido o limite de gastos orçamentários que o estado precisa manter, segundo determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Fonte: Do G1 MT

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