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Taques diz que Previdência de MT é "bomba de efeito retardado"




O governador José Pedro Taques (PSDB) busca uma equação para a questão previdenciária de Mato Grosso, que segue uma tendência nacional: praticamente gasta mais do que arrecada. "A Previdência é uma bomba de efeito retardado que existe. E não só em Mato Grosso, com em todo Brasil... veja que o mundo tem problemas de Previdência: a Grécia, a Turquia... O Brasil possui um número de pessoas que estão se aposentando e não têm uma capacidade atuarial decente", argumentou Taques, após participar da abertura da 31ª Bienal de São Paulo, em Cuiabá, na noite desta terça-feira (3). 

Taques avalia que a Assembleia tem condições de assumir os seus inativos, especialmente aposentados e pensionistas, que superam R$ 6 milhões por mês, e o Fundo de Assistência Parlamentar (FAP). "Temos que construir uma saída: são mais de R$ 70 milhões ao ano e cerca de R$ 6 milhões ao mês. Entendemos que deve ser uma saida construída, porque a Assembeia está numa situação em que o Tribunal de Contas [do Estado] também está", ponderou o presidente da Assembleia, deputado Guilherme Maluf (PSDB), após se reunir com o secretário Paulo Zamar Taques, chefe da Casa Civil. 

"Aqui em Mato Grosso estamos discutindo isso com o doutor [Ronaldo] Taveira, presidente do MT Prev, para que possamos pensar [num projeto de] longo prazo", argumentou Taques, exclusivo para a reportagem do Olhar Direto, ao confirmar que necessita da parceria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Mato Grosso gasta quase 8% do PIB com a Previdência Social, o que pode explodir em menos de 30 anos. A importância de corrigir essa bomba fiscal, que tem pavio longo, mas potencial de destruição atômica, na visão de Pedro Taques. 

Guilherme Maluf crê ser possível assumir os inativos da Assembleia. "Se realmente a Assembleia for assumir parte dos inativos, a LOA tem que ficar de uma forma. Se for ficar como está, onde o governo assume os inativos, o governo deve se comportar de outra forma. Nós temos que ajudar a construir essa saída", ponderou Maluf.

Mato Grosso passa por um momento de “bônus demográfico”, porque tem pouca população. E porque as famílias estão tendo menos filhos, ocorrendo uma situação em que há mais pessoas na idade produtiva do que idosos, que depois de passar a vida inteira contribuindo, atingiram a idade em que passam a receber o benefício da aposentadoria.

Esse bonus demográfico, no entanto, não dura para sempre, e vai chegar o momento em que a população de idosos vai ultrapassar o número de pessoas na idade de trabalho. A tendência acontece na maioria dos países ricos, como os Estados Unidos e da Europa, que hoje têm uma população idosa muito grande. Por isso, Taques diz que a Previdência é uma “bomba-relógio” – chegará um momento em que a maior parcela da população será formada por idosos e crianças, que não produzem ou contribuem, e o país terá que arcar com um custo maior de aposentadorias.

Fonte: Ronaldo Pacheco Olhar Direto - Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto
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