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PF faz operação para prender policiais suspeitos de comandar garimpo ilegal

A acão conta com apoio da Polícia Judiciária Civil e da Polícia Militar de Mato Grosso






Descoberta do ouro em Pontes e Lacerda atraiu quase sete mil pessoas (Foto: Reprodução / TVCA)


Policiais civis e militares suspeitos de participar de uma organização criminosa que extraía e comercializava ilegalmente ouro no garimpo da Serra da Borda, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, são alvos de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (6). A operação batizada de 'Corrida do Ouro' deve cumprir 10 mandados de prisão, 30 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de condução coercitiva em Pontes e Lacerda e Cáceres, a 220 km da capital.

Essa é a primeira ação da PF contra garimpeiros e outras pessoas envolvidas na extração ilegal nessa região que ficou conhecida como 'Nova Serra Pelada". Desde que começou uma movimentação na área em busca de ouro, intensificada nos últimos dois meses, algumas pessoas foram presas com ouro. Apesar de ter deflagrado essa operação para prender alguns envolvidos na extração ilegal do metal precioso, a polícia ainda não fez a desocupação da área, como havia anunciado.

Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa é composta por policiais civis, um oficial da Polícia Militar aposentado e um vereador, entre outros responsáveis por comandar as atividades ilícitas realizadas no garimpo. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Cáceres. A PF, no entanto, não informou quem e de onde é o vereador alvo da operação.

No decorrer das investigações da Polícia Federal, foi descoberto que os policiais se aproveitavam da condição de agente público de segurança para manter o domínio das atividades ilícitas no garimpo, através de todo tipo de intimidação, inclusive com o uso de armas de fogo contra pessoas que eventualmente pudessem contrariar os interesses do grupo.

Os membros dessa organização criminosa eram vistos com frequência por garimpeiros da região, circulando armados pela Serra da Borda, conforme a PF.

Além de manter esse domínio, os policiais mantinham locais exclusivos para procurar o ouro. Essas áreas eram chamadas de 'buracos da polícia'.

Os policiais suspeitos de participar da organização criminosa eram conhecidos dos moradores, inclusive trabalhavam na Delegacia da Polícia Civil de Pontes e Lacerda. A investigação aponta que os integrantes da quadrilha estabeleceram uma espécie de 'Lei do silêncio' no garimpo, criando dificuldades na investigação.

Os envolvidos na quadrilha também tiveram as contas bloqueadas e foram afastados das funções no serviço público. De acordo com a PF, os suspeitos devem responder pelo crime de extração ilegal e comércio de ouro. As penas, ainda conforme a PF, podem chegar a 20 anos de prisão.

O caso

O garimpo na Serra da Borda começou a ser explorado há pouco mais de dois meses e, nesse período, chegou a ter pico de cinco mil pessoas na área, entre garimpeiros profissionais e ocasionais, tentando retirar o ouro.

O caso foi levado ao conhecimento da Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) e, no dia 16 de outubro, o juiz Francisco Antônio de Moura Júnior, substituto da subseção da Justiça Federal em Cáceres, a 220 km da capital), decretou o fechamento do garimpo, com a retirada de todos os trabalhadores do local e apreensão de todo o minério extraído ilegalmente.


Fonte: Do G1 MT
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