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Home » » Magistrado cita alta periculosidade, desempata placar e Silval fica preso

Magistrado cita alta periculosidade, desempata placar e Silval fica preso

Silval Barbosa é acusado de participar de esquema que fraudou a emissão de incentivos fiscais


O ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que se aproxima aos dois meses de prisão, a completar na próxima terça (17), continuará detido no Centro de Custódia de Cuiabá. Isso porque o voto do desembargador Rondon Bassil Dower Filho, membro da Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, nesta quarta (11), manteve a manutenção da prisão.

Na última semana, o relator Alberto Ferreira permaneceu com o voto em consonância ao Ministério Público, negando a soltura de Silval.

Pedro Sakamoto, por sua vez, votou pela liberdade do peemedebista. Segundo Rondon Bassil, o decreto de prisão contra o ex-governador está fundamentado na gravidade delitiva, uma vez que responde por corrupção, organização criminosa, extorsão e lavagem de dinheiro.

Conforme o desembargador, além da gravidade delitiva, a manutenção da prisão se justifica devido à influência de Silval, não só por ter ocupado cargo público por quatro anos, mas por tentativa, por meio de interlocuções grampeadas, de usar de influência para favorecer a esposa Roseli Barbosa, à época em que estava presa na Operação Ouro de Tolo. Na ocasião, Silval teria feito ligação à secretária do vice-presidente da República Michel Temmer (PMDB), quando forneceu o nome completo de Roseli. Curiosamente, no dia seguinte ela foi solta.

“Através da nítida cooptação, fora salientada periculosidade, ele (Silval) figurou como um dos envolvidos nos delitos apurados na Operação Ararath, referente a supostas fraudes na Assembleia, compra de vaga no TCE e esquema para beneficiar empreiteiras. O paciente é protegido pelos demais membros da organização e crimes desta natureza não deixam muitos vestígios, situação que autoriza a manutenção da prisão preventiva”, sustenta Bassil.

O desembargador ainda cita que Silval, mesmo após o término do mandato, e os demais membros da organização demonstraram empenho em evitar que o esquema viesse à tona. “Não há como substituir a prisão por medidas cautelares. Estas são insuficientes para evitar que Silval use de prestígio obtido como governador e poder para destruir provas. Além disso, recorda-se que medidas cautelares não se aplicam por falta de amparo legal”.

Prisão

Embora a deflagração da Operação Sodoma tenha sido em 15 de setembro, o ex-governador está preso desde o dia 17. As investigações apuram crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por meio da cobrança de propina contra empresários para assegurar os incentivos fiscais no Estado.

O peemedebista teve a prisão decretada pela juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, contudo, se entregou somente dois dias depois do mandado judicial. Ele é apontado como o chefe de um esquema que teria fraudado a concessão de incentivos fiscais, entre 2013 e 2014. 

Além de Silval, também foram presos os ex-secretários Pedro Nadaf (Indústria e Comércio e Casa Civil) e Marcel de Cursi (Fazenda), que também permanecem detidos, após julgamento da Segunda Câmara Criminal. O grupo teria recebido R$ 2,5 milhões, por meio de extorsão contra o proprietário da Tractor Parts e delator do esquema, João Batista Rosa.

Outro lado

O Rdnews entrou em contato com a defesa do ex-governador Silval Barbosa, mas as ligações não foram atendidas.

O advogado Valber Melo, que patrocina defesa de Silval, afirmou ao Rdnews que agora é aguardar a confecção do acórdão, para, em seguida, impetrar novo pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Fonte: Camila Cervantes RDNews - Foto: Gilberto Leite/Rdnews
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