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Home » » Ex-sócio executou empresário após mandar sequestrá-lo, diz polícia

Ex-sócio executou empresário após mandar sequestrá-lo, diz polícia

Empresário foi encontrado morto após sequestro (Foto: Reprodução/ Twitter Douglas Wilson Ramos)


A Polícia Civil obteve novos elementos na investigação sobre o assassinato de Douglas Ramos, morto aos 28 anos em Cuiabá após 13 dias desaparecido, apontando que seu ex-sócio e concunhado não apenas encomendou o sequestro, mas também efetuou os disparos de arma de fogo que tiraram a vida do empresário. De acordo com o delegado Flávio Stringueta, que investiga o caso, a atuação do ex-sócio como executor do assassinato e não apenas como mandante do sequestro já é uma das conclusões do inquérito, ainda em aberto.

Douglas Ramos foi sequestrado no dia 24 de setembro quando três homens invadiram seu estabelecimento comercial, renderam funcionários e obrigaram o empresário a entrar com as mãos amarradas no porta-malas do próprio carro. Depois disso, ele passou 13 dias dado como desaparecido até que seu corpo foi encontrado na noite do dia 5 de outubro.


Entretanto, antes mesmo da confirmação da identidade do corpo a Polícia Civil já havia apontado o concunhado e ex-sócio da vítima como o principal suspeito de ter encomendado o crime. Segundo explicou Stringueta à época, o concunhado da vítima desconfiou que Douglas, seu sócio, tivesse desviado dinheiro dos negócios da sociedade, a qual havia sido rompida cerca de um mês antes do crime.

O ex-sócio de Douglas também chegou a ser intimado duas vezes para depôr sobre o caso, mas não foi encontrado. Depois, ele chegou a ser abordado por policiais, mas conseguiu fugir. Desde então, sua localização é desconhecida, motivo pelo qual ainda não foi cumprido mandado de prisão preventiva já expedido pela Justiça contra ele com base nas investigações da morte de Douglas.

Essas investigações, segundo Stringueta, agora tendem a fazer com que o ex-sócio de Douglas passe a responder não só como mandante do sequestro, mas por homicídio. De acordo com o delegado, a Polícia Civil obteve novos elementos provando que o ex-sócio esteve no local onde, dias depois, o corpo da vítima seria encontrado.

Além disso, os indícios são de que ele pessoalmente desferiu os tiros que tiraram a vida de Douglas, não tendo designado qualquer terceira pessoa para fazê-lo – nem mesmo qualquer um dos três homens de identidade ainda desconhecida que executaram o sequestro. A Polícia Civil, entretanto, não revela quais são os novos elementos de investigação para não comprometer o inquérito.

Fonte: Renê Dióz Do G1 MT
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