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Ex-secretário leva à CPI da Copa em MT carrinho contendo documentos

Eder Moraes [no canto direito] levou carrinho cheio de documentos (Foto: Amanda Sampaio/ G1)


No segundo depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa, o ex-secretário da Copa e ex-presidente da extinta Agência de Execução de Projetos da Copa (Agecopa), Éder Moraes, levou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), nesta terça-feira (10), um carrinho contendo 35 mil páginas de documentos de sua gestão, em 2011 e 2012.

Segundo ele, os documentos comprovam que o trabalho desempenhado por ele na Agecopa foi com "decência" e legalidade.

Moraes, que em abril deste ano já havia prestado depoimento à essa CPI, declarou que todos os contratos na Agecopa e, posteriormente, na Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) tinham um responsável técnico. “Todos os gestores de contrato estão mostrados aqui nesses documentos, servidores da Agecopa e alguns emprestados de autarquias ou secretarias, cada um em sua área e com conhecimento específico de causa”, disse.

Ele sugeriu, a pedido da CPI, nomes de servidores da Secopa para prestar depoimento à comissão, entre eles engenheiros, gestor da Arena Pantanal, responsável pelo setor financeiro, chefe da comissão de licitação e coordenador de tecnologia de informação.

Durante o depoimento, o deputado estadual Wilson Santos, membro da CPI, chegou a folhear os documentos levados por Eder Moraes.

Eder Moraes prestou o segundo depoimento nesta terça (Foto: Amanda Sampaio/ G1)


“Ele [Wilson] não me pediu nenhum documento que eu não tenha apresentado. Ele mentiu aqui na CPI dizendo que o prefeito [de Cuiabá] Chico Galindo não tinha conhecimento do VLT [Veículo Leve sobre Trilhos]. Ele escondeu da população e não tem falado isso até agora”, comentou Éder.

Ele ainda reafirmou que a mudança no modal de Bus Rapid Transit (BRT), corredores exclusivos para ônibus, para VLT foi tomada por várias pessoas e não apenas por ele, que era titular da Secopa pouco antes do lançamento do edital para contratação das obras do VLT, em abril de 2012, por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC).

"Entendemos que [a troca de modal] era o melhor. A população também entende isso. A população entende que é o melhor veículo para transporte de massa. Isso está comprovado mesmo depois da 'demonização', da criminalização das pancadarias que deram em cima do VLT, ainda assim 75% da sociedade quer o VLT", declarou.

Para ele, o atual governo, de Pedro Taques (PDT), deveria dar continuidade à obra do VLT e "parar de fazer discurso de prisão, desviando o foco da gestão". "Não é possível enganar mais a população. E quando vai se tocar a obra do VLT, comete um erro sem tamanho que é contratar uma empresa de consultoria sem licitação. Que exemplo é esse? Existem inúmeras empresas capacitadas para isso", criticou.

A obra do VLT foi licitada por mais de R$ 1,47 bilhão e desde dezembro do ano passado está parada.

Éder se referiu à contratação de uma empresa de consultoria para fazer um estudo sobre as obras do VLT, pelo valor de R$ 3,8 milhões. O relatório sobre a viabilidade de continuar os projetos deve ser entregue ao governo no prazo de 120 dias.

"Todo mundo tem medo de criticar esse governo, de se falar o que acontece. Havia um estudo de viabilidade técnica dentro do governo do estado. Eu tenho denúncias de que o governo atual estaria destruindo documentos do VLT para se dizer na sociedade que não tem documentação nenhuma. Esqueceram que o Eder Moraes é um cara preparado e tem tudo isso em um pen drive", afirmou.

De maio do ano passado até agora, Éder Moraes já foi preso suspeito de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

Fonte: Amanda Sampaio Do G1 MT
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