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Home » » Ex-militar é preso por cobrar até R$ 50 por entrada em garimpo

Ex-militar é preso por cobrar até R$ 50 por entrada em garimpo

Homem cobrava até R$ 50 para liberar a entrada de veículos no garimpo (Foto: Reprodução / TVCA)


Um ex-militar do Exército Brasileiro, de 26 anos, foi preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal, acusado de realizar cobranças para entrada de carros e motos na região da Serra da Borda, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. Ao G1, o delegado Jesse James de Freitas afirmou que o homem disse, em depoimento, que havia sido contratado para o trabalho.

“Ele disse que estava atuando no local, cobrando pedágio de quem queria ingressar no garimpo, a pedido do proprietário do terreno, que também deve sofrer as consequências dos seus atos, posteriormente', disse.

De acordo com a Polícia Federal, o ex-militar negou que estivesse efetuando a cobrança há muito tempo. No entanto, com ele foram apreendidos R$ 520 em notas de R$ 50 e de R$ 20, correspondentes à cobrança de carros e motos, respectivamente.

Todo o valor foi apreendido e o preso foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Cáceres, a 250 km da capital, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de ocorrência. Ele deve responder pelo crime de desobediência à determinação judicial para desocupação do garimpo.

Após a lavratura do termo, o suspeito foi liberado com o compromisso de comparecer à Justiça para prestar esclarecimentos.

Exploração ilegal

Há 19 dias, a Justiça Federal determinou o fechamento do garimpo por funcionar sem a permissão do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Na decisão, assinada pelo juiz Francisco Antônio de Moura Júnior, o garimpo foi declarado ilegal e foi determinada a apreensão de todo o minério extraído ilegalmente e a retirada de todos os trabalhadores do local, inclusive com o uso de força policial, se fosse preciso.

O garimpo na Serra da Borda começou a ser explorado há mais de dois meses e, nesse período, chegou a ter pico de sete mil pessoas na área, entre garimpeiros profissionais e ocasionais, tentando retirar o ouro. Atualmente, segundo estimativa da Polícia Federal, há cerca de 500 pessoas ainda no local.


Muitos dos que estão na área são de Pontes e Lacerda e, conforme a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), são responsáveis por colocar em risco a água consumida na cidade. A Sema diz que essas pessoas têm levado a terra extraída para ser lavada em casa com mercúrio, metal tóxico que ajuda na separação do ouro e que pode causar doenças neurológicas graves. O mercúrio acaba escoado pelos ralos das casas e chega até a rede de abastecimento de água.

A Polícia Federal informou que já definiu estratégias para a desocupação do garimpo. No entanto, o dia da operação será mantido em sigilo, segundo a PF, para que as prisões daqueles que insistem em descumprir a ordem da justiça sejam presos.

Fonte: Lislaine dos Anjos Do G1 MT
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