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Senador deve depor a CPI sobre obras da Copa em Cuiabá por escrito

O senador e ex-governador Blairo Maggi, de Mato Grosso (Foto: Lia de Paulo / Agência Senado)


O senador mato-grossense Blairo Maggi (PR) deverá depor por escrito à comissão parlamentar de inquérito (CPI) instalada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para investigar irregularidades nas obras da Copa de 2014 em Cuiabá. Maggi foi convidado a depor pelos parlamentares da comissão porque era governador do estado na época em que Cuiabá foi escolhida uma das sedes do evento da Fifa no Brasil.

Na última terça-feira, outro membro do Congresso Nacional depôs à CPI da Copa, o deputado federal Adilton Sachetti (PSB), ex-presidente da extinta Agência de Execução de Projetos da Copa 2014 (Agecopa), órgão de estado responsável pelos preparativos para o evento mundial que acabou sendo substituído por uma secretaria de estado, a Secopa, hoje também extinta.

Presidida pelo deputado estadual Oscar Bezerra (PSB), a CPI da Copa convidou o senador Blairo Maggi a depor e a oitiva chegou a ser agendada para o último dia 27 de outubro. Entretanto, Maggi depois alegou indisponibilidade de agenda para ser interrogado pessoalmente na ALMT, em Cuiabá. Além disso, ele tem prerrogativa de foro por ser senador da República e, por isso, tem direito a escolher a forma de ser ouvido pelos parlamentares da ALMT.

De acordo com a assessoria do deputado Oscar Bezerra, o senador fez contato com membros da CPI explicando que prefere prestar seu depoimento por escrito. O pedido do ex-governador ainda deve ser formalizado, mas a ALMT adiantou que deverá acatá-lo, disponibilizando-o prazo de 72 horas prorrogáveis para envio do depoimento a partir do recebimento das perguntas formuladas pelos membros da CPI.

Um dos pontos apurados pelos deputados na CPI é justamente a escolha da capital mato-grossense como sede, ocorrida durante a gestão de Maggi e comemorada na cidade. O ex-secretário de estado Pedro Nadaf (hoje preso por conta da operação Sodoma) já depôs à CPI e negou qualquer conluio para a escolha da cidade.

Outra polêmica debatida pelos parlamentares é a escolha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como modal de transporte público a ser implantado com vistas ao evento mundial em substituição ao Bus Rapid Transit (BRT), modelo de projeto e obras mais baratas e exequíveis em menos tempo (iniciadas em 2012, as obras do VLT não foram concluídas e encontram-se paradas na região metropolitana de Cuiabá até hoje).

Fonte: Renê Dióz Do G1 MT

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