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Polícia investiga se dinheiro desviado financiou campanhas eleitorais em MT

Operação "BB-Pag", da Polícia Civil, culminou na prisão de 33 pessoas. (Foto: Reprodução/ TVCA)


A Polícia Civil investiga se o dinheiro desviado da Conta Única do estado, em um total de R$ 85 milhões, foi usado para financiar campanhas eleitorais. O esquema foi alvo da Operação “BB-Pag”, deflagrada pela Delegacia Fazendária (Defaz) no último dia 15, que culminou na prisão de 33 pessoas ligadas a empresas, associações e sindicatos.

“Há possibilidade de que esse dinheiro tenha sido usado para financiamento de campanhas, mas isso ainda não foi comprovado. Essa é uma das linhas de investigação”, disse a delegada Cleibe Aparecida de Paula, que conduz as investigações.

Atualmente, apenas 13 pessoas seguem presas em Cuiabá por conta da operação, sendo que 11 tiveram os pedidos de prisão prorrogados na última segunda-feira (19) e dois se apresentaram à Defaz nesta semana. Um pessoa continua foragida. A delegada afirmou que não descarta converter algumas das prisões temporárias em preventivas.

“Aqueles que tiveram os pedidos de prisão prorrogados seguem detidos até sábado (24). Dependendo do que for produzido de provas nesta semana e dos depoimentos que devem ser colhidos, podemos pedir a preventiva de alguns dos investigados”, disse.

As investigações apontam, segundo a delegada, que o esquema contava com um núcleo ativo dentro da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) e uma frente de trabalho deverá ser aberta apenas para averiguar como o sistema operava dentro do estado.

Caso sejam indiciados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, associação criminosa, lavagem de dinheiro e falsificação de documento público e privado.

Investigação

As atuais investigações tiveram início logo após a “Operação Vespeiro”, em 2012, que resultou na prisão de servidores da Sefaz, que posteriormente foram denunciados à Justiça e figuram como réus na ação penal decorrente da operação. Eles respondem ao processo em liberdade.

Na ocasião, auditorias feitas pela Controladoria Geral do Estado apontaram a existência de um esquema fraudulento que teria desviado R$ 101 milhões da Conta Única do estado, beneficiando pessoas físicas e jurídicas por nove anos, de 2003 a 2011. No entanto, enquanto a primeira operação, de 2012, focou nas pessoas físicas envolvidas no esquema, que teriam recebido pouco mais de R$ 14 milhões, a atual ação da Polícia tem como alvo as 13 pessoas jurídicas igualmente favorecidas com a fraude.

De acordo com a polícia, o dinheiro desviado era usado para enriquecimento ilícito de patrimônio privado dos envolvidos no esquema e seus familiares. No caso das entidades que possuíam relações com o estado, os envolvidos tinham acesso ao dinheiro por meio dos presidentes das associações e sindicatos, que “pulverizavam” o montante por meio de pagamentos em espécie, cheques ou transferências para contas de familiares.

O esquema

Segundo a polícia, o esquema começou pequeno, em 2003, quando foram desviados R$ 396 mil da Conta Única do estado. Conforme os anos foram passando e a fraude não era descoberta, os montantes desviados também foram aumentando, até chegarem a R$ 22 milhões desviados em 2011.

Segundo a Polícia, para que a fraude desse certo, os envolvidos manipulavam o aplicativo BB-Pag, criado para agilizar o controle e o pagamento das folhas do estado, fazendo repasses maiores do que o devido para associações e sindicatos ligados ao estado. Quando viram que a fraude não era descoberta, os envolvidos teriam começar a fazer pagamentos a pessoas jurídicas que nem mesmo prestavam serviços ao governo, como empresas de fomento.

Fonte: Lislaine dos Anjos Do G1 MT
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