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PF investiga envolvimento de mais servidores públicos em crime

Delegado Samir Zugaibe: suspeitos conseguiam dar aparência de ilegalidade do ouro



O delegado Samir Zugaibe, da Polícia Federal de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), disse nesta quinta-feira (29) que mais servidores públicos estaduais podem estar envolvidos na organização criminosa responsável pela exploração e comércio ilegal de ouro, no Norte de Mato Grosso.

Na quarta-feira (28), dois funcionários públicos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) foram presos, após deflagração da Operação Mãe do Ouro.

Eles são acusados de emitirem licenças ambientais sem fiscalizar e nem visitar os garimpos.

A Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat) também é alvo das investigações da PF. Um ex-servidor do órgão foi preso na operação.

“Vamos analisar todos os documentos apreendidos e, a partir daí, tentar identificar se existem outras pessoas envolvidas nesse esquema”, disse o delegado ao MidiaNews. 

Além dos três, outras seis pessoas, entre garimpeiros e proprietários de postos de compra de ouro, foram presos pela PF. Dois suspeitos continuam foragidos.

Conforme o delegado, as investigações começaram em 2013. Ele lembrou que o problema do garimpo ilegal no Norte de Mato Grosso é sério, antigo e até mesmo cultural.

“Os acusados conseguiam dar aparência de legalidade ao produto para fazer a sua comercialização”, disse.

Conforme Zugaibe, a Polícia Federal identificou, nas investigações, que o esquema se dava em três fases.

A primeira era a obtenção de licenças ambientais sem fiscalização, por meio de servidores da Sema.

A segunda, a extração ilegal do ouro em áreas das cidades no Norte do Estado.

A terceira, o fornecimento de documentação necessária para inserir o ouro no sistema financeiro nacional, através dos postos.



Operação da Polícia Federal apreendeu 4 kg de ouro e R$ 70 mil


“Os postos de compra de ouro, ao receberem esse ouro extraído ilegalmente, emitiam uma documentação fraudulenta para dar aparência de legalidade ao metal. A partir daí, esses postos inseriam o ouro no sistema financeiro nacional”, explicou Zugaibe.

Ouro e dinheiro apreendidos

No primeiro dia de operação, conforme o delegado, os agentes apreenderam 4 kg de ouro e aproximadamente R$ 70 mil em dinheiro.

Samir Zugaibe não soube informar quanto a organização arrecadava com a comercialização ilegal do ouro.

Disse, porém, que todo o minério era encaminhado para cidades no interior de São Paulo.

A operação

No total, 11 mandados de prisão preventiva, 19 mandados de busca e apreensão 1 de condução coercitiva foram expedidos pela Justiça Federal de Sinop.

Os mandados foram cumpridos em Cuiabá, Nova Bandeirantes, Alta Floresta, Apiacás e Peixoto de Azevedo.

Mãe do Ouro

Segundo a Polícia Federal, o nome da operação faz referência à lenda da Mãe do Ouro, que, no folclore brasileiro, significa uma bola de fogo, que, às vezes, se transforma em uma mulher e indica os locais onde se encontram jazidas de ouro que não devem ser exploradas.

Fonte: THAIZA ASSUNÇÃO MídiaNews - Foto: MidiaNews/Reprodução
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