Publicidade 1
Publicidade 1

Publicidade 14

Publicidade 14

Publicidade 15

Publicidade 15

Publicidade 16

Publicidade 16

Publicidade 17

Publicidade 17

Publicidade 18

Publicidade 18

Publicidade 19

Publicidade 19

Publicidade 20

Publicidade 20

Publicidade 21

Publicidade 21

Publicidade 22

Publicidade 22

Publicidade 23

Publicidade 23

Publicidade 24

Publicidade 24

Publicidade 25

Publicidade 25
Home » » Grupo depreda Câmara e presidente de sindicato e mais 23 são detidos

Grupo depreda Câmara e presidente de sindicato e mais 23 são detidos

Os vereadores de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, aprovaram uma lei que autoriza a prefeitura a contratar uma Organização Social para gerir uma Unidade de Pronto-Atendimento na cidade que ainda não tem data para ser inaugurada. A votação ocorreu sob protesto de um grupo de manifestantes que quebrou uma das portas de vidro do prédio da Câmara Municipal e agrediu jornalistas que faziam a cobertura da sessão. O projeto de autoria do Poder Executivo recebeu 14 votos favoráveis e cinco contrários, e segue agora para sanção da prefeita Lucimar Campos (DEM).

No total, 24 pessoas foram detidas e levadas à delegacia, entre elas a presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), Eliana Siqueira. O G1 não conseguiu entrar em contato nem com a médica e nem com o sindicato.

A confusão começou depois que manifestantes contrários ao projeto quebraram uma porta de vidro que dá acesso ao plenário. Na sequência, eles atiraram tinta e barras de ferro da porta contra equipes de jornalistas que estavam no corredor. Depredaram ainda a parede das dependências da Câmara.

Manifestantes depredam Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Mato Grosso (Foto: Reprodução/TVCA)


"Não tem porque implantar OS, é desnecessário no município. É mais um meio de legalizar o desvio de dinheiro público", disse o líder comunitário do bairro São Mateus, Sérgio Alliend, um dos organizadores da manifestação.

A vereadora Miriam Pinheiro (PMDB) também criticou o projeto lei. "A OS, desde que foi implantada em Mato Grosso, não deu certo. E não vai ser agora, em Várzea Grande, depois de tanta corrupção em cima dessas organizações sociais, que vai dar certo", afirmou.

A parlamentar referiu-se à implantação de Organizações Sociais para gerir unidades estaduais de Saúde, em 2011. Entretanto, após suspeitas de irregularidades como falta de qualidade no atendimento prestado e descumprimento de obrigações previstas no contrato, o governo precisou intervir nos hospitais geridos pelas OSs.

Manifestantes depredam Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Mato Grosso (Foto: Reprodução/TVCA)


Aprovação

Apesar dos protestos, os vereadores aprovaram o projeto de lei enviado pelo Poder Executivo Municipal. O vereador Claido Celestino Batista (PROS), o Ferrinho, líder da prefeitura na Câmara, defendeu a iniciativa. "Essa OS é porta aberta, é diferente das outras que eram a portas fechadas. A prefeitura não tem condições de abrir a UPA aqui. Essa OS, de quatro em quatro meses, tem que prestar conta. Se estiver dando certo, continua. Se não estiver, fecha", declarou.

A UPA

Apesar da futura gestão já estar causando polêmica, a UPA, que já deveria ter sido entregue à população, sequer tem uma data de inauguração. O prédio localizado no bairro Ipase ficou pronto em dezembro de 2014 e custou R$ 3,5 milhões aos cofres públicos, mas ainda não tem todos os equipamentos necessários para o funcionamento. A manutenção mensal, segundo a prefeitura de Várzea Grande, deverá custar R$ 1,3 milhão.

Fonte: Carolina Holland Do G1 MT

Espalhe por ai :
Copyright © Barra News - Todos os direitos reservados
Barra do Bugres - Mato Grosso - Brasil

Qualquer material nao pode ser publicado, transmitido, reescrito ou distribuido sem autorização