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Com tornozeleira, Éder Moraes consegue autorização para ir a cultos

Éder Moraes durante sessão da CPI das obras da Copa na ALMT (Foto: Renê Dióz/G1)


O juiz federal Jeferson Schneider, da Quinta Vara Federal em Mato Grosso, autorizou o ex-secretário de Estado, Éder Moraes, a fazer curso superior às segundas-feiras, das 19h às 23h, e também a frequentar culto religioso em Cuiabá uma vez por semana. Ele responde a processos por crimes financeiros investigados pela operação Ararath e deixou a prisão há pouco mais de dois meses, após conseguir habeas corpus no Supremo Tribunal Federal. O réu, entretanto, é monitorado por tornozeleira eletrônica.

No mesmo pedido à Justiça Federal, o advogado de Moraes, Rodrigo Spinelli, também havia solicitado a autorização para viagens, que foi negada por Schneider.

Moraes deverá frequentar cultos da igreja Adventista, possivelmente às sextas-feiras, no período noturno. O horário ainda deverá ser informado ao juízo, disse Spinelli. Em relação à graduação, o advogao falou que o acusado deve dar continuidade aos cursos de economia e administração, já iniciados anteriormente.

Por se tratar de ensino superior à distância, o ex-secretário deverá assistir as aulas no polo presencial da universidade na capital uma vez por semana. Moraes já é bacharel em direito, afirmou Spinelli.

Com as duas autorizações judiciais, fica relaxada uma das medidas restritivas impostas pelo próprio Shcneider, que proibia o ex-secretário de sair de casa entre as 19h e as 6h. Outras restrições são a de manter contato com os demais investigados e réus nas ações judiciais da operação Ararath e a de ficar fora da residência aos sábados, domingos, feriados e dias de folga.

Operação Ararath (Foto: G1.com.br)


Moraes deixou o Centro de Custódia de Cuiabá no dia 14 de agosto, depois de ter passado 136 dias preso. Na ocasião, declarou que consideravam excessivas as medidas restritivas impostas pelo juiz e que iria recorrer delas na Justiça.

Essa havia sido a segunda prisão do réu, que foi secretário estadual da Casa Civil, da Fazenda e da Copa. A primeira ocorreu em maio de 2014, pela Polícia Federal, na quinta fase da Operação Ararath. A segunda prisão foi em abril deste ano, após a constatação de que Moraes estaria realizando transações com os próprios imóveis - inclusive transferido m deles para o filho, o que seria uma forma de ocultá-los de sequestro judicial.

Ararath

Éder Moraes é acusado pelo Ministério Público Federal de ser o principal operador de um esquema de lavagem de dinheiro e transações financeiras clandestinas em Mato Grosso que teria beneficiado políticos como o ex-governador Silval Barbosa e o ex-deputado estadual José Riva (atualmente presos em função de operações do Gaeco) e empresários.

Fonte: Carolina Holland Do G1 MT
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