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Após 16 anos, Serys diz que entra na disputa porque Cuiabá precisa de “carinho de mãe”

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco
Serys Slhessarenko avisa que prioridade absoluta é educação
Serys Slhessarenko avisa que prioridade absoluta é educação
A disputa pela Prefeitura de Cuiabá, em 2016, deve ter uma antiga conhecida na busca de votos do eleitorado: a ex-senadora Serys Marli Slhessarenko (PRB). Ela avisou que sairá candidata por ter recebido uma “convocação” do Partido Republicano Brasileiro e, principalmente, por entender que “Cuiabá necessita do carinho de mãe”, em sua possível administração.

Serys Selhssarenko disse que possui diversas propostas a serem discutidas com os eleitores de Cuiabá, em especial nas áreas de saúde e educação. Ao contrário dos principais pré-candidatos a prefeito da Capital, que colocam a saúde em primeiro plano, a ex-senadora determinou que seu primeiro desafio será a educação municipal.

“A educação demanda um trabalho mais elaborado e com maior duração, para começar a apresentar resultados depois de quatro anos, e merece atenção máxima”, observou ela, que é professora aposentada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“Já a saúde também merece atenção máxima, mas tem possibilidade de apresentar resultados de curto prazo, dependendo da forma em que se construir isso. No caso de Cuiabá há muito se esperar por uma atualização do formato. De qualquer forma é um imenso desafio imenso”, pontuou ela, , para a reportagem.
  
Serys claramente tomou o cuidado de não ser ácida nas críticas ao prefeito Mauro Mendes (PSDB), de Cuiabá, que deve tentar a reeleição.

Caso realmente entre na disputa, será a terceira vez que Serys tenta chegar ao sétimo andar do Palácio Alencastro. A primeira foi em 1988, pelo PV, quando ficou em terceiro lugar – Frederico Campos se elegeu prefeito, com Roberto França em segundo lugar. Em 2000, então no PT, Serys ficou em segundo lugar na briga pela Prefeitura de Cuiabá, atrás apenas do à época prefeito reeleito Roberto França (PSDB), mas à frente dos deputados Wilson Santos e Emanuel Pinheiro.

Em 2013, ela se filiou ao PTB para disputar o Senado, em 2014. Não conseguiu. Como prêmio de consolação, o PTB ofereceu a ela a direito de disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, mas Serys não aceitou.,

Sobre o seu ingresso no PRB, ela lembrou que possui liberdade para a construção partidária, sendo a atual presidenta municipal e membro da Executiva Regional.

A ex-senadora afirmou que a legenda fincou raízes em 84 municípios e já possui pré-candidatos a prefeito em mais de 20. Serys não gosta de ver o nome do PRB  vinculado à Igreja Universa, do Bispo Edir Macedo. “Já respondi inúmeras vezes e torno a dizer: não há nenhuma interferência de qualquer grupo religioso nas decisões do PRB”, afiançou ela.

“A candidatura na Capital tem um papel muito importante para esse crescimento. Isso sem falar na determinação, na força e no desejo que tenho visto tanto no partido quanto nas ruas, pela nossa candidatura. Sei do desafio que temos pela frente", argumentou ela. "Vou corresponder entrando na luta, mostrando a cara e participando dos debates, com muita coragem e convicção. Então, eu penso que a partir de 2016, o cenário para o PRB em Mato Grosso será outro, muito melhor e bem diferente do atual momento”, completou Serys.
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